Depois de mostrar as adegas climatizadas, onde um estoque de cerca de 18 mil caixas de vinho repousa numa parte da área de 1.600 m² onde a Casa do Vinho – Famiglia Martini está desde 1969, no Barro Preto, em Belo Horizonte, o fundador do negócio, Armando Martini, 70, e os filhos André, 44, e Luiza, 41, contam que a empresa se prepara para entrar na era da venda de vinhos pelo e-commerce.

A família Martini está no Brasil desde 1896, teve fábrica de massas, padaria em 1947 e não quer parar de inovar e nem de crescer.

Por isso, as vendas online começam a funcionar no site www.casadovinho.com.br ainda no primeiro trimestre deste ano.

“Estamos visualizando uma porta de entrada para outros Estados”, diz André.

A empresa importa vinhos direto de produtores de seis países – Itália, França , Portugal, Espanha, Chile e Argentina – e vende no atacado e no varejo.

Sem revelar investimentos, André Martini conta que a fase atual do projeto do e-commerce é a de feitura das embalagens para transporte, além de pensar na logística que contará com três parceiros.

“Mas, a parte estrutural de logística do Brasil é um grande problema para o e-commerce”, reclama.

Luiza, formada em arquitetura, diz que inicialmente a ideia é fazer as entregas na região Sudeste.

“O que temos de importação será colocado à venda”, conta.

Luiza explica que a opção pela venda online aconteceu devido ao alto custo de ter novas revendas no varejo – a outra unidade da empresa fica no bairro Mangabeiras –, além da grande cobrança dos produtores para o aumento de vendas.

Sobre o momento atual do negócio, o engenheiro civil Armando Martini diz que ele é positivo com um acréscimo no faturamento e na importação.

“Em novembro e dezembro de 2013, nossas vendas aumentaram de 8% a 9% em relação ao mesmo período do ano passado. Neste ano, em janeiro, a alta é de 20% em vendas, e isso em pleno período de férias”.

A explicação para bons resultados financeiros, Armando diz que está no formato do negócio. “Nós importamos nossos vinhos, não dependemos de ninguém. Sabemos o gosto de nossos clientes e temos uma política de preços melhor”, ensina o patriarca.

E o filho André, administrador de empresas, arremata com um exemplo:

“tem um vinho italiano aqui na loja que vendemos por R$ 480, e você vai achar, da mesma safra, em outro importador, por R$ 650”, compara.

Vai ver que é por isso que a Casa do Vinho sobreviveu a cinco planos econômicos.

Exclusividade

Vinhos. São 500 rótulos, sendo 95% deles exclusivos em BH e no Brasil. O preço médio é de R$ 40,00 a R$ 80,00.

O campeão de vendas é o Teragnolo de R$ 78,00. O mais caro é Madonna Del Piano de R$ 830,00

Fonte: O Tempo – Economia

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Grande Abraço

Alex Almeida
Máquina de Resultados